Quando o usuário se dirige a um ponto de venda para comprar uma lâmpada, é comum ele verificar aspectos como tensão (127V ou 220V) e potência, que é medida em Watts – e está diretamente ligada ao consumo. No entanto, nem sempre ele se atenta à temperatura de cor da mesma. Com unidade expressa em graus Kelvin (K), a temperatura de cor corresponde à tonalidade aparente da luz, que popularmente é conhecida como luz branca e luz amarela.

A Avant, referência no mercado de lâmpadas, orienta que a diferença de tonalidade não se restringe à preferência do consumidor, que pode se sentir mais atraído por uma ou outra cor na iluminação de sua residência ou escritório. As lâmpadas possuem cores diferentes porque cada uma se adapta melhor a cada tipo de ambiente ou de acordo com as atividades realizadas nestes locais.

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As lâmpadas que emitem fachos de luz amarelados, ou mais quentes, geralmente tornam os ambientes mais aconchegantes e confortáveis, estimulando a pessoa a relaxar. Normalmente elas têm temperatura de cor entre de 2.700K e 3.100K e são mais indicadas para quartos, salas e áreas de estar em geral.

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As lâmpadas que emitem luz branca, ou branca-azulada, habitualmente chamadas de frias, causam exatamente o efeito oposto. Podendo superar os 6.000K, elas são mais estimulantes, portanto, mais indicadas para ambientes de trabalho, como escritórios e indústrias, e ambientes residenciais como cozinhas, banheiros e áreas de serviço.

"O usuário deve ter em mente que a cor da luz tem influência direta no seu estado emocional e pode ser uma grande aliada para o seu bem-estar. A iluminação amarelada no quarto, por exemplo, irá ajudá-lo a relaxar depois de um dia de trabalho. Da mesma forma que a luz fria, branca, facilitará a visualização de alimentos e utensílios na cozinha, onde se requer mais atenção", explica Gilberto Grosso, Diretor Comercial da Avant.



Cor não interfere na eficiência energética

Um ponto a ser destacado é que a temperatura de cor não tem influência nenhuma no consumo da lâmpada. O produto não utiliza mais ou menos energia em função da tonalidade do seu facho de luz, mas sim de acordo com a sua potência – sendo que a potência maior se traduz em consumo de energia elétrica mais elevado.

"Algumas pessoas têm a impressão de que quanto mais branca a iluminação, mais potente é a lâmpada ou que ilumina mais que a lâmpada amarela. Mas isso não é verdade. Sob o prisma luminotécnico e quantidade de luz exposta no ambiente temos a mesma intensidade luminosa. Todavia, para a percepção visual, o olho humano, essa observação é verdadeira já que tudo o que vemos é reflexo da luz emitida. E no espectro luminoso a luz branca é a que se destaca pela luminosidade, oferecendo maior conforto visual já que se exige menos esforço para visualizar o objeto comparada a luz amarela que é mais escura", comenta.

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"Outro ponto a se destacar trata do mito que a luz de cor amarela reforça a cor de alimentos, como carnes vermelhas, ou a luz fria destaca as cores de roupas, por exemplo. Isso não procede, já que a reprodução real das cores está associada à característica técnica de cada tipo de lâmpada, qualidade essa que reproduz com maior ou menor fidelidade a cor original do objeto. É o que chamamos, em iluminação, de IRC – índice de reprodução de cores", informa Gilberto Grosso.